Caminhar Sonoro CoMo

Caminhar Sonoro CoMo: Amilcar de Castro 

CoMo é a abreviação para Collective Movements, um ecossistema de aplicativos na web para interações entre sons e movimentos. Utilizado em telefones celulares e desenvolvido pela equipe Interações Som, Música e Movimento, ISMM do IRCAM-STMS, sediado em Paris. Em 2018, ofereci uma oficina com esse app para interações entre sons e movimentos. Desde então, pesquiso modos de composição e improvisação com o CoMo. Na residência IncentivArte, as esculturas, pinturas e desenhos do artista Amilcar de Castro foram a inspiração para a criação de partituras coreográficas para caminhar e tocar. Parte desse processo de criação foi gravado e exibido na galeria. Foram oferecidas oficinas compartilhando esse processo de pesquisa com o público. Esse trabalho pode ser apresentado em espaços abertos, galerias e ser expandido como residências artísticas para que outros performers e também está aberto para a participação de não dançarinos com curiosidade para os sons, movimentos e partituras coreográficas.

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Perceptrum

Perceptrum é uma rede de interações entre dançasoftwaresomimagem.
Uma performance baseada na composição de peças sonoras, coreográficas e projeções, mediadas por interfaces digitais.
Um sexteto composto por dançarinas, músicos, matemátco, videartistas que se afinam em uma improvisação centrada na qualidade da escuta e na produção de imagens geradas ao vivo a partir da interrelação entre sensores, sons, movimentos e softwares.
Uma composição ancorada na percepção dessas que se afetam mutuamente.

Ficha Técnica:

Concepção e Criação: Thembi Rosa e Dorothé Depeauw (dançarinas e coreógrafas) Manuel Guerra (desenvolvimento de software e imagens) O Grivo (composição sonora) Lucas Sander e Paula Santos (vídeos)
Duração: 45” aproximadamente

Projeto desenvolvido com subsídio do Programa Rumos Itaú Cultural Dança 2012-2014.

2017
Seminário Telas e Intersubjetividade – instalação UFMG
M.A.R.T. E – Festival em Mariana

2015
Sesc Ipiranga

2014
MIS – SP
18 e 19 de Janeiro no Verão Arte Contemporânea
CCBB (BH)

2013
Estreia
13 de Junho na Mostra Rumos Dança Itaú Cultural (SP)

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Parquear Bando

Parquear Bando é uma expansão da proposta de intervenção urbana Parquear, que teve início em 2011 no Parque das Mangabeiras com Margô Assis, Renata Ferreira, Kênia Dias e Thembi Rosa.

Parquear foi contemplado pelo Programa Rumos Dança Itaú Cultural 2012-2014, na carteira dança para crianças, e teve sua estreia em 2013, na Mostra Rumos Dança no Parque Trianon em São Paulo.

Desde 2013, além de Margô Assis e Thembi Rosa que deram continuidade a pesquisa, participam dessa proposta Karina Collaço, Heloísa Domingues e Dorothé Depeaw.

Na edição comemorativa de 20 anos do FID 2015, fizemos uma chamada aberta para interessados em praticar e participar desse corpo coletivo, experimentar a utilização dos bambus como um dispositivo para a desacelaração, equilíbrio e composição.

Uma cartografia, coreografia nômade, múltipla, traçando itinerários que conectam um ponto qualquer com outro ponto qualquer.

Estreia Parquear Bando FID 2015

Em 2016, Parquear Bando participou da Mostra de Dança XYZ em Brasília, do Vespa em BH e do Múltipla Dança em Florianópolis. Em 2017, participou do Horizontes Urbanos e das intervenções no Parque Independência, no dia 7 de Setembro, promovidas pelo Sesc Ipiranga em SP.

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Videoinstalações

As experimentações de Lucas Sander e Thembi Rosa giram em torno das possibilidades de interação entre dança e artes visuais, corpo e espaço, a partir de projeções de vídeo mapeado com movimentos corporais estudados para superfícies inusitadas e improváveis. Em EscadaAdentro (2012), obra exibida na Galeria Mari’Stela Tristão e no FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (2014), o movimento, a sua fluidez a atenção à proporção e escala real do corpo humano instigam questionamentos acerca das relações entre corpo ambiente, ilusão.

EscadaAdentro #2 (2018) desdobra e expande a instalação EscadaAdentro (2012), propondo uma projeção específica para uma escada rolante com sensores e de grandes proporções no Sesc Palladium em Belo Horizonte. EscadaAdentro #3 (2018) é uma versão projetada em uma escada invertida. O fundo da escada passa a ser a tela e aciona um jogo com a gravidade, os movimentos lidam com essa instabilidade de serem visto por baixo. A obra interage com o público na medida em que os transeuntes percebem a projeção, as relações do corpo com o espaço e com a gravidade, geram novos fluxos de movimentos. Uma superfície inusitada que se transforma em tela e de acordo com a perspectiva do observador altera as formas do corpo.

Na série Kubrickianas #1 e #2, os artistas seguem explorando a sensorialidade, a distorção da imagem, o corpo (des)velado através do reflexo e/ou em interação com espaço da projeção. As imagens foram capturadas em uma galeria e teatro que já não existem mais. Uma memória opaca em habitar e dançar nesse lugar, extinto, que é reativado e compartilhado a cado nova montagem das videioinstalações.

Essa série de videodança, videoinstalações, site specific são obras que tencionam as dimensões da imagem, em sua construção, exibição e nos estudos de padrões de repetição e formas geométricas na entre a movimentação da dança e os espaços. Buscando composições de quadro que extrapolam a bidimensionalidade e interagem com o fora de campo, além do próprio espaço onde a obra é exibida e tem sua arquitetura resignificada e distorcida, numa atmosfera que instiga tanto a dança quanto o olhar dos observadores.

Thembi Rosa é artista, produtora e pesquisadora. Desde 2000 realiza trabalhos de dança com O Grivo e artistas de diversas áreas. Atualmente, é doutoranda bolsista pelo PPG Artes Proex|CAPES na linha de pesquisa Poéticas Tecnológicas da EBA|UFMG. Integrante do Dança Multiplex e da Casamanga.

Lucas Sander é cineasta e artista multimídia. Integra a Tauma – lab de arte, audiovisual e pós-produção e o SCHLAG!, grupo de experimentação em música, eletrônica e vídeo. http://www.vimeo.com/tauma

Video installations_Thembi Rosa & Lucas Sander
The experiments of Lucas Sander and Thembi Rosa explore the possibilities of interaction between dance, visual arts, body, and space, from projections of video mapping with body movements, studied to unusual and improbable surfaces.
In the Kubrickianas series, the artists continue to explore the sensoriality, the distortion of the image, the body (dis) veiled through reflection and/or in interaction with projection space.
We suggested listening with earphones
Video: Thembi Rosa & Lucas Sander
Soundtrack: O Grivo

Biography:
Thembi Rosa is a dancer and choreographer. PhD in dance and digital media (in curse at UFMG); a master degree in dance by PPG Dança of UFBA (2010). Since 2000, she performs dance projects in partnership with O Grivo, with invited choreographers and digital artists. She takes part on Dança Multiplex, Casamanga and from 2012-2014, joined on the Project Interferências, a nomadic community created by more than 20 artists from several countries. In 2016, she organized the Choreographic Code Lab, CCL7 in Brazil with Scott deLahunta. www.dancamultiplex.com.br.

Lucas Sander works in the field of audiovisual as a director, editor, finisher and digital artist. He directed the short films Caixa de Pandora, in partnership with Paula Santos, Funeral for a friend, with Milan Pingel and Leonardo Amaral. He participated of several works of the director Cao Guimarães as editor, finisher, photographer and assistant director. He is a founding member of the audiovisual collective Tauma.

Links:
https://file.org.br/artist/thembi-rosa-lucas-sander/?lang=pt
https://vimeo.com/257319434/f944b5446c 

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#arame

#corpoinstalação #instalaçãosonora #improvisação #dancasoftwaresons #videodance

Qual o som do arame? Qual o som da madeira? Qual o som digitalizado de materiais tão primários? Quais são os sons do contato entre corpo, arame, madeira?
As interrelações entre sons, movimentos e objetos são os materiais dessa improvisação.
Acaso, composição, escuta e meditação.
A dilatação do tempo, as conexões das teias quase invisíveis que se dão a ver e ouvir pelos movimentos, pelas ondas sonoras e por suas modificações em sons sintetizados. Computadores, captadores, ancinho, lata velha, arame, madeira, corpos, fios, materiais diversos entrelaçando-se e gerando sons e movimentos.
Pulsos, ritmos e escuta são as presenças que compõem cada momento dessa improvisação entre dança e música na afinação de um espaço móvel, flexível que se expande contrai e ressoa.
Instalação e improvisação realizada em setembro de 2020, durante a pandemia para o Circuito Cultural da UFMG
O início desta pesquisa foi apresentada no projeto CorpoInstalação, em Março de 2019 no Centro Cultural Maria Antônia – USP (SP)

Ficha técnica:
Concepção e interpretação : Thembi Rosa & O Grivo
Gravação: Pedro Gibram e Lis de Castro
Edição : Marcos Moreira Marcos

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Andamento

a n d a m e n t o 14.02.2021
a n d a m e n t o 15.02.2021

Andamento é uma vídeo performance realizada durante a pandemia, sendo um dos desdobramentos da intervenção urbana Parquear Bando (2015) do Dança Multiplex. Nesta versão para vídeo, Margô Assis, Thembi Rosa e Marcos Moreira Marcos realizaram um caminhar lento em direção a lagoa com o equilíbrio dos bambus, compondo com o tempo e o entorno. Foram realizados vários longos planos sequências que resultaram em dois vídeos com a trilha sonora composta pelo duo instrumental O Grivo.

Ficha Técnica:
Margô Assis & Thembi Rosa
Fotografia: Marcos M Marcos
Trilha Sonora: O Grivo
Locação: Capitólio / MG
Realizado através da Lei Aldir Blanc no âmbito do estado de Minas Gerais

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Tocar

Tocar é uma série de cinco vídeos criados durante a pandemia pelas dançarinas e coreógrafas Thembi Rosa e Margô Assis com os objetos sonoros do duo instrumental O Grivo.
Este trabalho teve o suporte da Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural de Minas Gerais.

Os 5 vídeos que compõem a série tocar estão disponíveis no canal YouTube Dança Multiplex
https://www.youtube.com/channel/UCvjd84BSQmnIVN32-fsWk4A

São eles:
bambus – https://www.youtube.com/watch?v=1b3ooDWOIsU
pêndulo – https://www.youtube.com/watch?v=KnnmhUaLH_E&t=367s espirais – https://www.youtube.com/watch?v=lN-25EU2VCc
sopros: https://youtu.be/wbRwBKW27ZY
folhas & fitas: https://youtu.be/ptSWqJTl1F8

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ImpermanênciaImpermanence

Projeto contemplado pelo edital Bolsa Funarte e Aliança Francesa de Residências Artísticas em Artes Cênicas Brasil / França – 2021, e pelo Programa de residência da Villa Tijuca “Cruzamentos” das Alianças Francesas no Brasil, apoiado no âmbito de “La Fabrique des Résidences” do Institut Français em parceria com a Funarte e da “Fabrique Chaillot”, dispositivo de residência de Chaillot – Teatro nacional da Dança
Impermanência_Impermanence é um projeto de residência artística entre as artistas brasileiras Thembi Rosa e Margô Assis do Dança Multiplex, com as artistas francesas Myriam Gourfink e Joséphine Derobe. Neste trabalho as artistas compartilharam as suas questões e trabalhos atuais e, juntas, estabeleceram um campo para a criação conjunta ao longo de dois meses de residência e intercâmbio artístico. O primeiro mês foi realizado em Chaillot – Théâtre national de la Danse, em Paris. A etapa da residência no Brasil, foi realizada por uma semana como parte da programação na Bienal de Dança de Par em Par, em Fortaleza, e na Funarte MG, Brasil.
Projeto de Pesquisa e Criação França Brasil
AGENDA
29/08/22 à 30/09/22 em Chaillot – Théâtre national de la Danse|Paris 24/10/22 à 29/10/22 no MAC na Bienal de Dança do Ceará | Fortaleza 02/11 a 23/11 FUNARTE – Belo Horizonte |Brasil
Photos: Joséphine Derobe

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Peças Sonoras

Peças Sonoras _ Thembi Rosa + O Grivo
#corpoinstalação #instalaçãosonora #improvisação #instalaçãocoreográfica

As interrelações entre sons, movimentos e objetos são os materiais dessa improvisação. Acaso, composição, escuta e meditação. Os objetos sonoros criados pelo duo instrumental O Grivo e a coreógrafa Thembi Rosa se juntam mais uma vez nessa instalação sonora coreográfica.
A dilatação do tempo, as conexões que se dão a ver e ouvir pelos movimentos, pelas ondas sonoras, por suas modificações em sons sintetizados e pelos gestos nem sempre conectados a música. Computadores, captadores, madeira, corpos, fios, bambus entrelaçam-se, gerando sons e movimentos na criação deste ambiente.
Pulsos, ritmos e escuta são as presenças que compõem cada momento dessa improvisação entre dança, música e objetos sonoros na afinação de um espaço móvel, flexível que se expande contrai e ressoa.

Ficha técnica:
Concepção e interpretação: Thembi Rosa & O Grivo
Objetos Sonoros e som ao vivo: O Grivo
Coreografia e dançarina: Thembi Rosa
A instalação poderá ficar montada com horários específicos para a ativação dos objetos sonoros
Duração: 45 minutos

Este projeto deriva dos objetos sonoros Tocar, iniciado durante a pandemia com o apoio da Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural de MG, com o lançamento da série de vídeos Tocar, com Thembi Rosa, Margô Assis e O Grivo. Em 2022, os objetos sonoros do O Grivo participaram da Residência Impermanence no Projeto Cruzamentos, promovido por Chaillot – Théâtre National de la danse, Paris e Funarte com a participação das artistas francesas Joséphine Derobe e Myriam Gourfink.
Impermanence

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Stick with me . bambu

Un projet du collectif de femmes Impermanence
Joséphine Derobe / Myriam Gourfink / Thembi Rosa

https://padlet.com/thembirosa/imperman-ncia-impermanence-bi8gdafv4tiyiodu

Stick with me.bambu é uma ação realizada ao ar livre, ao longo dos canais, em parques, ou em outros espaços das cidades. Iniciamos com um aquecimento guiado durante 1h, e logo a seguir, propomos ao grupo participante uma lenta caminhada de 30 minutos, com o bambu equilibrado sobre a cabeça ou como um bastão para caminhada.

Toda a ação é registrada pela artista visual Joséphine Derobe e poderá, futuramente, ser transformada em uma exposição ou documentário.

Essa ação foi realizada com amadores e dançarinos em Paris no Parc de la Villette, em Agosto de 2023, com o apoio do l’Eté culturel, DRAC Ile-de-France.
https://www.myriam-gourfink.com/stick-with-me-bambu/

* A pesquisa com os bambus teve início com o Parquear (2011) com Margô Assis, Thembi Rosa, Renata Ferreira e Kênia Dias.

Stick with me.bambu
Le collectif Impermanence propose au public amateur des marches d’une extrême lenteur, le long des berges, des fleuves, rivières, plans d’eau, ou encore le long des voies vertes, ou promenades.
Pour se faire le collectif invite les participant(e)s qui le souhaitent à adopter un bambou. Ils pourront s’en servir comme d’une canne, ou bien le mettre sur leurs têtes.
Les marches de trente minutes seront précédées d’un atelier d’une heure et quinze minutes. Les séances se dérouleront l’été dans la fraîcheur du matin, c’est-à-dire environ de 9H00 à 11H00, ou en début de soirée entre 18H et 20H : « à qui perd gagne, le plus lent sera le gagnant ».
L’ensemble de la manifestation sera documenté par l’artiste visuelle Joséphine Derobe et pourra faire l’objet d’un film court ou d’une exposition par la suite.

Le bambou, flexible et résistant, est le matériau utilisé par le collectif brésilien Dança Multiplex, Thembi Rosa et Margô Assis, dans leur pièce de danse Parquear (2013), pour ouvrir l’espace aérien. Le collectif a pu tester pour la version Parquear Bando (2015) les vertus de l’emploi des bambous avec un grand groupe : 20 danseurs rejoints par de nombreux amateurs. Parquear Bando a été joué au Brésil, Mexique, Portugal, et en Uruguay, toujours avec un groupe différent et en milieu urbain.